Em um julgamento no Tribunal de Justiça de São Paulo, realizado na tarde desta quinta-feira (17), foi concedido, por unanimidade, os habeas corpus para as cinco pessoas acusadas pelo envolvimento da morte de uma empresária. Rosana Bragagnolo era proprietária da Cerâmica Ituana, localizada na Vila Progresso, em Itu. Ela foi assassinada a tiros no estabelecimento em junho de 2018. Segundo os funcionários, na época, dois homens entraram na cerâmica e dispararam contra a vítima. Em seguida, os indivíduos figuram. A decisão foi proferida por volta das 17h. Segundo o advogado de defesa de um dos acusados, Dr. Helder Bruno Monteiro da Silva, no entendimento do Tribunal de Justiça, houve falta de contemporaneidade. Ou seja, o fato ocorreu em 2018 e os acusados mantiveram residência fixa, trabalho e não possuem fichas criminais. Helder explica que a defesa não entrou no mérito do crime, mas sim o motivo da prisão temporária acontecer em 2025. “Meu cliente continua em Itu, não se mudou de cidade, trabalha e mora no mesmo lugar. As investigações se arrastam desde 2018”, frisa o defensor.
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