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O que se sabe sobre o funcionário público que morreu em suposto confronto com a PM

O jornalismo do Região em Notícias enviou questionamentos para a assessoria de comunicação da Polícia Militar pedindo informações sobre o caso envolvendo o funcionário público de 49 anos que morreu após um suposto confronto com a Polícia Militar. O caso aconteceu na madrugada de domingo (30), na Rua Tércio Paes Leite – cruzamento com a avenida Senador Teotônio Vilela, Jardim Aeroporto, em Itu. Em nota, a corporação alegou que um indivíduo havia passado em um carro branco e feito ameaças contra um estabelecimento comercial com uma arma e que as equipes foram acionadas para averiguar. A lanchonete em questão tinha muitas pessoas. Ao chegar no endereço indicado, os militares visualizaram o homem, que em determinado momento, teria apontado uma arma para eles. Os militares atiraram. O rapaz chegou a ser socorrido, encaminhado para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.

O que diz a Secretaria de Segurança Pública

Por outro lado, a Secretaria de Segurança Pública enviou uma nota e deu outra versão. Leia na íntegra!

Um homem de 49 anos morreu após apontar uma arma de fogo a policiais militares na madrugada de domingo (30), no bairro Jardim Aeroporto, em Itu. Na ocasião, os agentes foram acionados para atender uma ocorrência em um estabelecimento e, no local, apuraram que o suspeito estava conduzindo um veículo e apontando sua arma aos funcionários. Após diligências, ele foi localizado em sua residência e, na tentativa de abordagem, apontou a arma em direção a um dos policiais, que interveio e o atingiu. O homem foi socorrido à Santa Casa de Itu, mas não resistiu aos ferimentos. Posteriormente, constataram que se tratava de um simulacro de arma de fogo. A perícia foi acionada e a réplica de arma de fogo, as armas dos policiais e demais objetos foram apreendidos para perícia. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Plantão de Itu como morte decorrente de intervenção policial.

Medidas protetivas

Nossa reportagem apurou que o funcionário público em questão, tinha um histórico de ameaças contra colegas de trabalho, dentre elas, mulheres. Uma vítima ligada ao meio político precisou registrar um boletim de ocorrência contra ele após receber diversas ameaças de morte. Na época foi pedido até medidas protetivas.